Intemporal
Um must da Pop. Descobri esta versão desta música há pouco. Fabulosa!
Depeche Mode - Enjoy the silence Barcelona Soldiers Of Dance 2004 Remix White label
2005/01/11
Música
Já que falei no Pedro Ayres Magalhães vou continuar. Este outro encontra um par à medida no Rodrigo Leão.
Estiveram juntos nos Madredeus e deslumbraram-nos com o seu génio. Felizmente, para nós público, separaram-se. Os Madredeus evoluíram para outra sonoridade, com mais acústica e novas sonoridades. Rodrigo Leão afirmou a sua sonoridade experimentalista tão marcante. Ambos estão em projectos diferentes mas contribuindo muito para a afirmação e reconhecimento de uma nova música portuguesa, capaz de quebrar o estigma do fado e atravessar fronteiras sem pedir licença e sem andar em pézinhos de lã pelas comunidades portuguesas. É música para ser ouvida cá dentro e lá fora. É música do mundo e para o mundo.
Já que falei no Pedro Ayres Magalhães vou continuar. Este outro encontra um par à medida no Rodrigo Leão.
Estiveram juntos nos Madredeus e deslumbraram-nos com o seu génio. Felizmente, para nós público, separaram-se. Os Madredeus evoluíram para outra sonoridade, com mais acústica e novas sonoridades. Rodrigo Leão afirmou a sua sonoridade experimentalista tão marcante. Ambos estão em projectos diferentes mas contribuindo muito para a afirmação e reconhecimento de uma nova música portuguesa, capaz de quebrar o estigma do fado e atravessar fronteiras sem pedir licença e sem andar em pézinhos de lã pelas comunidades portuguesas. É música para ser ouvida cá dentro e lá fora. É música do mundo e para o mundo.
O FCP
Alguém me explica porque vai ser vendido aquele puto maravilha do Carlos Alberto pela merda de 6 milhões de euros ao Corinthians? Para o ano ainda o vamos ver cá no Benfica ou no Sporting. A direcção do Porto está a seguir rumos insondáveis. Com o Carlos Alberto correm o risco de fazer a estupidez que o Benfica fez com o Deco.
E com o ninja? Tudo bem que tendo em conta a idade o preço por que foi vendido não é mau. Mas será que se esqueceram daquele jogador fabuloso que ele foi e vai voltar a ser, que tanto lutava em campo e que tão bem representava a mística de luta do dragão? Mas que dirigentes são estes?
Os palhaços do super dragões ( que não representam o FCP, sendo apenas uma amostra da estupidez, neste caso protegida, que todos os clubes têem) foram com faixas a criticar Derlei para o jogo com o Rio Ave. à semelhança de toda a merda que fizeram com Mourinho. Haja decência! Bando de estúpidos e mal agradecidos! Ainda no ano passado ficavam roucos a gritar pelo seu ninja. Agora insultam-no e mandam-no embora.
Os adeptos do FCP estão viciados neste tipo de gestão das coisas, neste cordeirismo do não contestar, do aceitar tudo mudos e quedos. Pensem, porra! Ajam!
Neste momento sinto pena e vergonha deste triste FCP que se arrasta em campo, manda embora jogadores chave e entrou na espiral de contratações despropositadas e injustificadas. É assim que os grandes clubes se afundam. Mudem as coisas! Revoltem-se! Porra, pá!
Alguém me explica porque vai ser vendido aquele puto maravilha do Carlos Alberto pela merda de 6 milhões de euros ao Corinthians? Para o ano ainda o vamos ver cá no Benfica ou no Sporting. A direcção do Porto está a seguir rumos insondáveis. Com o Carlos Alberto correm o risco de fazer a estupidez que o Benfica fez com o Deco.
E com o ninja? Tudo bem que tendo em conta a idade o preço por que foi vendido não é mau. Mas será que se esqueceram daquele jogador fabuloso que ele foi e vai voltar a ser, que tanto lutava em campo e que tão bem representava a mística de luta do dragão? Mas que dirigentes são estes?
Os palhaços do super dragões ( que não representam o FCP, sendo apenas uma amostra da estupidez, neste caso protegida, que todos os clubes têem) foram com faixas a criticar Derlei para o jogo com o Rio Ave. à semelhança de toda a merda que fizeram com Mourinho. Haja decência! Bando de estúpidos e mal agradecidos! Ainda no ano passado ficavam roucos a gritar pelo seu ninja. Agora insultam-no e mandam-no embora.
Os adeptos do FCP estão viciados neste tipo de gestão das coisas, neste cordeirismo do não contestar, do aceitar tudo mudos e quedos. Pensem, porra! Ajam!
Neste momento sinto pena e vergonha deste triste FCP que se arrasta em campo, manda embora jogadores chave e entrou na espiral de contratações despropositadas e injustificadas. É assim que os grandes clubes se afundam. Mudem as coisas! Revoltem-se! Porra, pá!
Os Resistência
Tenho agora o que procurei durante quase uma década. O Cd Palavras ao Vento e os 2 Cd's Ao vivo no armazém 22.
Ouço estas músicas com uma nostalgia encantadora a relembrar tempos de boa música. Que interpretações fantásticas! Desde que tenho os cd's ainda não ouvi outra coisa.
Então deu-me para ir à net procurar coisas sobre eles. Foi lá que descobri esta "pérola". Ele há doidos como tudo. Primeiro comenta-se o só editarem versões. Até parece que foram um grupeco de covers! Valha-me Deus! Então se o projecto Resistência era formado por letristas e compositores da melhor Pop/Rock da altura não faltariam letras e músicas. O que este projecto lhes veio dar foi um novo impulso. O material era tão bom que era uma pena andar tão mal divulgado. Os Resistência trouxeram uma lufada de ar fresco com novos arranjos, novas vozes, no fundo uma outra alma, ainda mais lusa. Eles foram o sucesso comercial do mais puro da guitarra portuguesa e das sonoridades que nos são próprias. Foram um marco na aproximação de jovens à música portuguesa. Quem antes dos Resistência conhecia os Delfins? O sucesso posterior dos Delfins vem inteiramente do sucesso das reinterpretações das suas músicas pelos Resistência ( de que faziam parte alguns Delfins). Mesmo nos Xutos em príncipio também se aplica. Não foi em tão grande escala, mas lá que ajudou, ajudou.
«Contudo os Resistência são eminentemente acústicos, e por muito interessantes que tenham sido, ficaram a anos luz da matriz que os inspirou: o Zeca Afonso.»
Ouvi pouco Zeca Afonso. Da sua obra o que conheço chegou-me pelo albúm Filhos da Madrugada. E desse albúm ficaram-me na retina mais as interpretações fabulosas que alguns grupos fizeram de canções que, para mim, eram bastante pobres nas letras. Quanto à música então... Zeca Afonso era um cantor completamente datado e a sua música só fez sentido no período revolucionário. Se tivesse vivido mais tempo seria mais um anacronismo como o José Mário Branco ou Janita Salomé. Não tenho dúvidas. Vem-me à memória uma interpretação de um tema de Zeca Afonso pelos Diva, a Canção de embalar. Aquela introdução de guitarra a voz fabulosa da Natália Casanova. Fantástica. Uma música fabulosa. Ouvi depois o original de Zeca Afonso e, oh meu Deus, que decepção! Mas que raios, disse eu, esta música não é a mesma.
Pois é. por vezes as reinterpretações trazem surpresas destas. Os elementos dos Resistência até podem ter dito que a sua matriz inspiradora tinha sido o Zeca Afonso. Ficava sempre bem quando estas bandas entravam pelo acústico. É o que hoje acontece com o fado e Amália. Quem vem de novo tem de prestar a divina reverência à diva. Mesmo que depois nos seus trabalhos se afaste completamente e tome rumos novos e mais arejados. Com os Resistência foi o mesmo. Não tinha aproximação a Zeca Afonso. Eram um projecto completamente inovador e arejado. E realmente estão a anos luz do "mestre". Mas para à frente. Alguém hoje tem dúvidas que o Pedro Ayres de Magalhães é a maior referência da música portuguesa? A anos-luz de Zeca Afonso!
Quanto ao suposto datamento da música dos Resistência... Bem, não há palavras. Ouço-os hoje com a mesma emoção que os ouvi há 13 anos no forte de São Neutel! Vibro com o que ouço!
Lisboa. Armazém 22. Resistência ao vivo!
Ouçam, relembrem e digam lá se não é verdade.
Tenho agora o que procurei durante quase uma década. O Cd Palavras ao Vento e os 2 Cd's Ao vivo no armazém 22.
Ouço estas músicas com uma nostalgia encantadora a relembrar tempos de boa música. Que interpretações fantásticas! Desde que tenho os cd's ainda não ouvi outra coisa.
Então deu-me para ir à net procurar coisas sobre eles. Foi lá que descobri esta "pérola". Ele há doidos como tudo. Primeiro comenta-se o só editarem versões. Até parece que foram um grupeco de covers! Valha-me Deus! Então se o projecto Resistência era formado por letristas e compositores da melhor Pop/Rock da altura não faltariam letras e músicas. O que este projecto lhes veio dar foi um novo impulso. O material era tão bom que era uma pena andar tão mal divulgado. Os Resistência trouxeram uma lufada de ar fresco com novos arranjos, novas vozes, no fundo uma outra alma, ainda mais lusa. Eles foram o sucesso comercial do mais puro da guitarra portuguesa e das sonoridades que nos são próprias. Foram um marco na aproximação de jovens à música portuguesa. Quem antes dos Resistência conhecia os Delfins? O sucesso posterior dos Delfins vem inteiramente do sucesso das reinterpretações das suas músicas pelos Resistência ( de que faziam parte alguns Delfins). Mesmo nos Xutos em príncipio também se aplica. Não foi em tão grande escala, mas lá que ajudou, ajudou.
«Contudo os Resistência são eminentemente acústicos, e por muito interessantes que tenham sido, ficaram a anos luz da matriz que os inspirou: o Zeca Afonso.»
Ouvi pouco Zeca Afonso. Da sua obra o que conheço chegou-me pelo albúm Filhos da Madrugada. E desse albúm ficaram-me na retina mais as interpretações fabulosas que alguns grupos fizeram de canções que, para mim, eram bastante pobres nas letras. Quanto à música então... Zeca Afonso era um cantor completamente datado e a sua música só fez sentido no período revolucionário. Se tivesse vivido mais tempo seria mais um anacronismo como o José Mário Branco ou Janita Salomé. Não tenho dúvidas. Vem-me à memória uma interpretação de um tema de Zeca Afonso pelos Diva, a Canção de embalar. Aquela introdução de guitarra a voz fabulosa da Natália Casanova. Fantástica. Uma música fabulosa. Ouvi depois o original de Zeca Afonso e, oh meu Deus, que decepção! Mas que raios, disse eu, esta música não é a mesma.
Pois é. por vezes as reinterpretações trazem surpresas destas. Os elementos dos Resistência até podem ter dito que a sua matriz inspiradora tinha sido o Zeca Afonso. Ficava sempre bem quando estas bandas entravam pelo acústico. É o que hoje acontece com o fado e Amália. Quem vem de novo tem de prestar a divina reverência à diva. Mesmo que depois nos seus trabalhos se afaste completamente e tome rumos novos e mais arejados. Com os Resistência foi o mesmo. Não tinha aproximação a Zeca Afonso. Eram um projecto completamente inovador e arejado. E realmente estão a anos luz do "mestre". Mas para à frente. Alguém hoje tem dúvidas que o Pedro Ayres de Magalhães é a maior referência da música portuguesa? A anos-luz de Zeca Afonso!
Quanto ao suposto datamento da música dos Resistência... Bem, não há palavras. Ouço-os hoje com a mesma emoção que os ouvi há 13 anos no forte de São Neutel! Vibro com o que ouço!
Lisboa. Armazém 22. Resistência ao vivo!
Ouçam, relembrem e digam lá se não é verdade.
Conviccção
A entrega da lista contará com a presença de Garcia Pereira, diz um comunicado do partido, que adianta que o PCTP/MRPP concorre a todos os círculos eleitorais pelas legislativas de 20 de Fevereiro. Diário Digital
Resistência, velha luta, revolução pelas armas. E à cabeça um advogado abastado, típico burguês, dono de um belo iate. A democracia portuguesa é muito linda. E dá tanto jeito...
A entrega da lista contará com a presença de Garcia Pereira, diz um comunicado do partido, que adianta que o PCTP/MRPP concorre a todos os círculos eleitorais pelas legislativas de 20 de Fevereiro. Diário Digital
Resistência, velha luta, revolução pelas armas. E à cabeça um advogado abastado, típico burguês, dono de um belo iate. A democracia portuguesa é muito linda. E dá tanto jeito...
O que é que é isto, oh meu?
Mas que merda é esta? Agora é assim que o Porto joga à bola? Parecem os Aleijados de Avintes! Porra, pá. Os brasileiros parece que ainda estão na praia tal a dormência que mostram. Será dengue? Porra! O Fernandez deve ter escorrado na neve e em vez de aterrar com o cú foi de fuças ao chão. Porca misera... Agora lá vão os mouros ladrar que o Porto está mal por causa do apito (que é dourado, pelos vistos). Ó Carolina, andas a dormir na formatura? Uma mulher com a tua experiência em soprar apitos já não consegue pôr o do Pintinho a tocar o hino do FCP? Ó meu Porto onde a eterna mocidade, diz à Pátria o que é ser nobre e leal...
Mas que merda é esta? Agora é assim que o Porto joga à bola? Parecem os Aleijados de Avintes! Porra, pá. Os brasileiros parece que ainda estão na praia tal a dormência que mostram. Será dengue? Porra! O Fernandez deve ter escorrado na neve e em vez de aterrar com o cú foi de fuças ao chão. Porca misera... Agora lá vão os mouros ladrar que o Porto está mal por causa do apito (que é dourado, pelos vistos). Ó Carolina, andas a dormir na formatura? Uma mulher com a tua experiência em soprar apitos já não consegue pôr o do Pintinho a tocar o hino do FCP? Ó meu Porto onde a eterna mocidade, diz à Pátria o que é ser nobre e leal...
2005/01/10
A Sábado
A revista é boa, que não haja dúvidas. É um projecto muito interessante e FINALMENTE uma válida alternativa à, encapotadamente esquerdenha, Visão. O problema da Sábado está nos temas que escolhe para capa. Parece que fazem de propópsito. As piores peças são sempre as que vêem escarrapachadas na frontaria! Com tanto assunto bem tratado lá dentro escolhem sempre aqueles teminhas de tablóide para fazer capa. Quem nunca tiver lido a Sábado não é pela capa que a vai pôr no saco do quiosque. Ainda esta semana: "As duas caras de José Castelo Branco". Valha-me Deus, se não fosse cá por coisas... Até me envergonham. Parece que recebo o 24 horas e não uma revista semanário decente!
A revista é boa, que não haja dúvidas. É um projecto muito interessante e FINALMENTE uma válida alternativa à, encapotadamente esquerdenha, Visão. O problema da Sábado está nos temas que escolhe para capa. Parece que fazem de propópsito. As piores peças são sempre as que vêem escarrapachadas na frontaria! Com tanto assunto bem tratado lá dentro escolhem sempre aqueles teminhas de tablóide para fazer capa. Quem nunca tiver lido a Sábado não é pela capa que a vai pôr no saco do quiosque. Ainda esta semana: "As duas caras de José Castelo Branco". Valha-me Deus, se não fosse cá por coisas... Até me envergonham. Parece que recebo o 24 horas e não uma revista semanário decente!
Pasme-se
Na Ásia a catástrofe teve a dimensão de tragédia que se conhece. No Abrupto discute-se se será correcto dizer tsunami em vez de maremoto ou, pasme-se!!!!!, raz de maré. Há gente que vive assim. Impressionante!
Na Ásia a catástrofe teve a dimensão de tragédia que se conhece. No Abrupto discute-se se será correcto dizer tsunami em vez de maremoto ou, pasme-se!!!!!, raz de maré. Há gente que vive assim. Impressionante!
2005/01/06
2005/01/03
Maremoto
Eventos como o maremoto de Sumatra são, felizmente, raros. A ciência ainda não compreende estes fenómenos na sua totalidade, pois estes são complexos e difíceis de estudar. Mas é nestes momentos de crise que mais se impõe pensar que a ciência será sempre algo no que gastar com utilidade recursos financeiros.
A tragédia asiática mostrou a fragilidade de meios para poder prever e prevenir atempadamente a população. É e será um drama inevitável. Foi assim lá e seria assim em qualquer outro lugar do mundo. Por mais que haja países, como os EUA, que digam ter meios de alerta adequados, não se pode pensar essas coisas com esse facilitismo. É meio caminho andado para a incúria e para o erro. Em caso de catástrofe seria completamente impossível a qualquer país deslocar as suas populações para perímetros de segurança em tempo útil. O problema das deslocações de massas face a perigos prováveis envolve variáveis pouco discutidas e nada implementadas. Quando alguém tem de decidir evacuar uma área tem sempre que ponderar se o perigo o justifica. Imaginemos que era dada a ordem para evacuar Lisboa e depois nada acontecia. Será que as pessoas pensariam, ainda bem, ou será que pensariam, esta gente anda a brincar. Uma vez ordenada a evacuação é necessário ter como controlar as zonas de perigo. Porque em caso de falso-alarme quem não morria da doença morria da cura com as pilhagens e roubos que ficam ao alcance de qualquer verme sem escrúpulos. Mas isto será sempre o menor dos problemas. Haverá maneira de deslocar 1 milhão de pessoas numa distância de 50 Km em exageradas 4 horas? Com catástrofes raramente o tempo é maior. Não querendo entrar mais no problema digo que é impossível nas sociedades que temos evitar estes dramas.
Agora fica aqui uma dúvida. Estas catástrofes põem a nu fragilidades de países e fundamentalmente do mundo para proteger, ajudar e evitar perigos. Sejam eles da natureza ou, por exemplo, causados pelo terrorismo. A analogia de perigos vindouros cá fica esperando não se ver concretizada.
Eventos como o maremoto de Sumatra são, felizmente, raros. A ciência ainda não compreende estes fenómenos na sua totalidade, pois estes são complexos e difíceis de estudar. Mas é nestes momentos de crise que mais se impõe pensar que a ciência será sempre algo no que gastar com utilidade recursos financeiros.
A tragédia asiática mostrou a fragilidade de meios para poder prever e prevenir atempadamente a população. É e será um drama inevitável. Foi assim lá e seria assim em qualquer outro lugar do mundo. Por mais que haja países, como os EUA, que digam ter meios de alerta adequados, não se pode pensar essas coisas com esse facilitismo. É meio caminho andado para a incúria e para o erro. Em caso de catástrofe seria completamente impossível a qualquer país deslocar as suas populações para perímetros de segurança em tempo útil. O problema das deslocações de massas face a perigos prováveis envolve variáveis pouco discutidas e nada implementadas. Quando alguém tem de decidir evacuar uma área tem sempre que ponderar se o perigo o justifica. Imaginemos que era dada a ordem para evacuar Lisboa e depois nada acontecia. Será que as pessoas pensariam, ainda bem, ou será que pensariam, esta gente anda a brincar. Uma vez ordenada a evacuação é necessário ter como controlar as zonas de perigo. Porque em caso de falso-alarme quem não morria da doença morria da cura com as pilhagens e roubos que ficam ao alcance de qualquer verme sem escrúpulos. Mas isto será sempre o menor dos problemas. Haverá maneira de deslocar 1 milhão de pessoas numa distância de 50 Km em exageradas 4 horas? Com catástrofes raramente o tempo é maior. Não querendo entrar mais no problema digo que é impossível nas sociedades que temos evitar estes dramas.
Agora fica aqui uma dúvida. Estas catástrofes põem a nu fragilidades de países e fundamentalmente do mundo para proteger, ajudar e evitar perigos. Sejam eles da natureza ou, por exemplo, causados pelo terrorismo. A analogia de perigos vindouros cá fica esperando não se ver concretizada.
O Ano Novo
Passei-o a consertar a canalização da pia da cozinha, todo molhado. Terá havido maior azar? Tinha que lhe dar aos canos na telha para se estragarem às 23 horas de dia 31! A meia noite passou e eu a limpar merda dos canos, armado em picheleiro! Porra! Raios partam! Só pode ter sido castigo!!!
Passei-o a consertar a canalização da pia da cozinha, todo molhado. Terá havido maior azar? Tinha que lhe dar aos canos na telha para se estragarem às 23 horas de dia 31! A meia noite passou e eu a limpar merda dos canos, armado em picheleiro! Porra! Raios partam! Só pode ter sido castigo!!!
Esta foi a mensagem de Natal para a Azia
Neste Natal eu quero?
Que não haja Natal.
Mesmo assim, que receba muitas prendas.
Quero que o ano novo chegue rápido para apanhar uma cirrose hepática.
Que Pai Natal não esteja envolvido no caso Casa Pia.
Que a Azia me continue a provocar azia!!!
Que Portugal volte a ser uma província espanhola.
Que haja mais guerras para ter de que escrever.
Que os árabes se reconciliem com os israelitas (esta foi a brincar!).
Que o Padrinho marque um jantar para 2005.
Que o Sócrates, o filósofo, continue morto e enterrado.
Que PSL ganhe juízo.
Que o Sampaio comece a tomar viagra.
Que o Papa viva até 2030 (!).
Que volte a censura.
Que as gajas voltem a ser gajas.
Que os gajos passem todos a gays.
Que eu fique com todas as gajas.
Que o burro Pavarotti morra de infecções auditivas.
Que o Castelo Branco seja Primeiro Ministro.
Que me saia o euro-milhões.
Que me saia o euro-milhões.
Que me saia o euro-milhões.
Que me saia o euro-milhões.
No fundo, quero que o Natal acabe. Não gosto do Natal. E o Natal não gosta de mim.
Morte ao Natal!
Viva Espanha!
Quero os reis magos.
Mas só se não tiverem nada a ver com a Casa Pia.
(Fico à espera da minha prenda, oh Padrinho! Pode ser uma garrafita de Bowmores!)
Enfim, cá ficam os meus votos.
Um péssimo Natal à gente de boa vontade. Benditos os mal intencionados pois deles será o reino dos céus.
Espero que no céu não haja Natal.
Um Abraço aziago para a AZIA.
Flavius
Neste Natal eu quero?
Que não haja Natal.
Mesmo assim, que receba muitas prendas.
Quero que o ano novo chegue rápido para apanhar uma cirrose hepática.
Que Pai Natal não esteja envolvido no caso Casa Pia.
Que a Azia me continue a provocar azia!!!
Que Portugal volte a ser uma província espanhola.
Que haja mais guerras para ter de que escrever.
Que os árabes se reconciliem com os israelitas (esta foi a brincar!).
Que o Padrinho marque um jantar para 2005.
Que o Sócrates, o filósofo, continue morto e enterrado.
Que PSL ganhe juízo.
Que o Sampaio comece a tomar viagra.
Que o Papa viva até 2030 (!).
Que volte a censura.
Que as gajas voltem a ser gajas.
Que os gajos passem todos a gays.
Que eu fique com todas as gajas.
Que o burro Pavarotti morra de infecções auditivas.
Que o Castelo Branco seja Primeiro Ministro.
Que me saia o euro-milhões.
Que me saia o euro-milhões.
Que me saia o euro-milhões.
Que me saia o euro-milhões.
No fundo, quero que o Natal acabe. Não gosto do Natal. E o Natal não gosta de mim.
Morte ao Natal!
Viva Espanha!
Quero os reis magos.
Mas só se não tiverem nada a ver com a Casa Pia.
(Fico à espera da minha prenda, oh Padrinho! Pode ser uma garrafita de Bowmores!)
Enfim, cá ficam os meus votos.
Um péssimo Natal à gente de boa vontade. Benditos os mal intencionados pois deles será o reino dos céus.
Espero que no céu não haja Natal.
Um Abraço aziago para a AZIA.
Flavius
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