Um Blogger na Casa Branca
Hoje foi admitido, pela primeira vez, um blogger na sala de imprensa da Casa Branca. Fez-se história!
2005/03/08
Dia da gaja
Hoje é o dia da gaja(s). Sim gajas. Não é machismo, portanto mantenho. GAJAS.
Isto porque as verdadeiras mulheres não precisam de dias especiais. Os dias das mulheres são todos os dias, assim como os dos homens. Por isso hoje é o dia das gajas. Daquelas que não têm coragem para ser mulheres.
Hoje é o dia da gaja(s). Sim gajas. Não é machismo, portanto mantenho. GAJAS.
Isto porque as verdadeiras mulheres não precisam de dias especiais. Os dias das mulheres são todos os dias, assim como os dos homens. Por isso hoje é o dia das gajas. Daquelas que não têm coragem para ser mulheres.
António Costa - Ministro de Estado e da Administração Interna
Para começar, o ministro de Estado e da Administração Interna, António Costa.Um velho conhecido vindo dos tempos do guterrismo.
Não é de espantar a sua nomeação para ministro de Estado, uma vez que é um peso pesado político capaz de oferecer estabilidade ao governo. É também um exímio parlamentar e será, sem dúvida, um bom conselheiro para José Sócrates, lembrando-o da nova via sem se afastar da esquerda mais tradicional.
Quanto a ministro da administração interna já me surgem algumas reticências. É preciso um ministro com peso político para proceder à reforma das forças de segurança. Esta é urgente e necessária o mais brevemente possível. Será também necessário lidar com as reinvindicações dos profissionais da polícia, nomeadamente ao direito de associação sindical. Nesta questão parecem-me importantes as capacidades negociais e peso político do ministro. Já para proceder à sua restruturação parece-me que mais importante que peso político seria a capacidade para trabalhar no ministério em exclusividade e com um empenho extremo. Como António Costa tenderá a ser mais político que ministro não estou a ver como alinhará. Temo que a sua veia política o leve para outros problemas, longe do seu ministério, e não seja prestada a atenção devida e necessária à administração interna. Ficariam deste modo irremediavelmente adiadas as reformas e tenderia a segurança interna a tornar-se mais um problema a resolver na conjuntura e não a desenvolver estruturalmente.
Para começar, o ministro de Estado e da Administração Interna, António Costa.Um velho conhecido vindo dos tempos do guterrismo.
Não é de espantar a sua nomeação para ministro de Estado, uma vez que é um peso pesado político capaz de oferecer estabilidade ao governo. É também um exímio parlamentar e será, sem dúvida, um bom conselheiro para José Sócrates, lembrando-o da nova via sem se afastar da esquerda mais tradicional.
Quanto a ministro da administração interna já me surgem algumas reticências. É preciso um ministro com peso político para proceder à reforma das forças de segurança. Esta é urgente e necessária o mais brevemente possível. Será também necessário lidar com as reinvindicações dos profissionais da polícia, nomeadamente ao direito de associação sindical. Nesta questão parecem-me importantes as capacidades negociais e peso político do ministro. Já para proceder à sua restruturação parece-me que mais importante que peso político seria a capacidade para trabalhar no ministério em exclusividade e com um empenho extremo. Como António Costa tenderá a ser mais político que ministro não estou a ver como alinhará. Temo que a sua veia política o leve para outros problemas, longe do seu ministério, e não seja prestada a atenção devida e necessária à administração interna. Ficariam deste modo irremediavelmente adiadas as reformas e tenderia a segurança interna a tornar-se mais um problema a resolver na conjuntura e não a desenvolver estruturalmente.
2005/03/07
2005/03/06
O novo governo
Uma curta.
Fiquei estarrecido, quando ontem, numa televisão qualquer, ouvi um jornalista afirmar isto depois de ser anunciado o nome de Campos e Cunha para as Finanças. Isto foi " não precisamos de um homem forte para as finanças. Precisamos de alguém que seja um estudioso e não de um político forte."
Quando foi a escolha do Ministro das Finanças para o anterior governo, aqui à 4 meses(!) não foi afirmado precisamente o contrário? Ou terá sido impressão minha?
Mais uma vez se prova que o que vale para uns não é obrigatório para os outros.
Mudam as cores muda a vontade...
Uma curta.
Fiquei estarrecido, quando ontem, numa televisão qualquer, ouvi um jornalista afirmar isto depois de ser anunciado o nome de Campos e Cunha para as Finanças. Isto foi " não precisamos de um homem forte para as finanças. Precisamos de alguém que seja um estudioso e não de um político forte."
Quando foi a escolha do Ministro das Finanças para o anterior governo, aqui à 4 meses(!) não foi afirmado precisamente o contrário? Ou terá sido impressão minha?
Mais uma vez se prova que o que vale para uns não é obrigatório para os outros.
Mudam as cores muda a vontade...
Freitas
Estava indeciso em escrever ou não mais alguma coisa sobre tão sinistra personagem.
Gostei de saber que o CDS vai mandar o retrato da sua galeria para o Largo do Rato.
Ministro de Estado? E dos Negócios Estrangeiros? Será possível Portugal descer mais baixo? Quem, para além de Sócrates, se revê nesta escolha? Quem, meu Deus?
Estava indeciso em escrever ou não mais alguma coisa sobre tão sinistra personagem.
Gostei de saber que o CDS vai mandar o retrato da sua galeria para o Largo do Rato.
Ministro de Estado? E dos Negócios Estrangeiros? Será possível Portugal descer mais baixo? Quem, para além de Sócrates, se revê nesta escolha? Quem, meu Deus?
Os Media e o Poder
É certo e sabido que a comunicação social portuguesa é tendencialmente de esquerda.
Mais uma vez, este facto ficou bem provado aquando da passada semana em que foi constituído o novo governo.
Até ao momento do anúncio dos novos nomes não foi publicada uma notícia que pudesse agitar e importunar José Sócrates ou o PS. Tudo foi feito com a maior discrição e com a devida conivência dos media.
Eram muitos os rumores que circulavam pelas redacções. Mas quantas notícias foram feitas daí? Zero.
Agora façamos a comparação.
Pedro Santana Lopes foi indigitado Primeiro Ministro. Foi-lhe pedido que em 3 dias formasse governo. Nesses 3 dias quantas notícias sobre convites, eventuais rejeições, problemas com a formação do governo, etc, foram veiculadas pelos media? Ele foi primeiras páginas de jornais, artigos de fundo de semanários e revistas, aberturas de telejornais, destaques na rádio, etc.
Só notícias com eventuais nomes para Ministro das Finanças quantas foram? Cadilhe, Beleza, etc. Tudo isto para quando foi divulgado o elenco governativo passarem ao ataque cerrado.
Esta é uma comparação simples mas não simplista.
É certo e sabido que a comunicação social portuguesa é tendencialmente de esquerda.
Mais uma vez, este facto ficou bem provado aquando da passada semana em que foi constituído o novo governo.
Até ao momento do anúncio dos novos nomes não foi publicada uma notícia que pudesse agitar e importunar José Sócrates ou o PS. Tudo foi feito com a maior discrição e com a devida conivência dos media.
Eram muitos os rumores que circulavam pelas redacções. Mas quantas notícias foram feitas daí? Zero.
Agora façamos a comparação.
Pedro Santana Lopes foi indigitado Primeiro Ministro. Foi-lhe pedido que em 3 dias formasse governo. Nesses 3 dias quantas notícias sobre convites, eventuais rejeições, problemas com a formação do governo, etc, foram veiculadas pelos media? Ele foi primeiras páginas de jornais, artigos de fundo de semanários e revistas, aberturas de telejornais, destaques na rádio, etc.
Só notícias com eventuais nomes para Ministro das Finanças quantas foram? Cadilhe, Beleza, etc. Tudo isto para quando foi divulgado o elenco governativo passarem ao ataque cerrado.
Esta é uma comparação simples mas não simplista.
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