Este país tem um tempo dos diabos. Felizmente, a modos de compensação, tem mulheres infernalmente calientes.
joanna krupa, uma piękne kobiety polska
Este país tem um tempo dos diabos. Felizmente, a modos de compensação, tem mulheres infernalmente calientes.
joanna krupa, uma piękne kobiety polska
Absolutamente de acordo com paulo mascarenhas. Quem anda nisto da blogosfera, quem escreve na anonimicidade coberta por um pano roto, quem no seu blogue delata outros, enuncia nomes e divulga comunicações privadas (e sim, li esse blogue), acobertando-se num pseudónimo que agora, pasme-se, serve de justificante para condenar uma suposta acção delatória, censória e pidesca, arrisca-se a ver o seu nome divulgado, mais tarde ou mais cedo.
Um jornalista escreve o que fontes lhe revelaram, essas sim em anonimato legal, fontes que o jornalista se recusa a nomear e muito bem, e é achincalhado por ser blogger, por ter opiniões e posições políticas, que outros conhecem porque não se refugia na cobardia de um pseudónimo blogosférico. Que achariam se o jornalista ppm publicasse num anónimo blogue cartas privadas, declarações off record e coisas que tal, como no blogue o jumento se fazia?
Um blogue alinhado, o jumento, era um espaço de liberdade, pluralidade e reflexão… Por favor! O discurso era sempre na mesma linha, os visados os mesmos e os objectivos claros. O protagonismo veio da revelação de conteúdos privados do ministério das finanças. Nesse blogue o anonimato era recíproco? Não eram identificados nomes e cargos? Um blogger anónimo pode fazê-lo e um jornalista com fontes anónimas não? Crucificam-se pessoas na blogosfera pública por serem alegadamente as fontes do jornalista. É esta forma de proceder consonante com o respeito pelas liberdades, que esse bando de virgens ofendidas brada?
Siqua sine socio,
caret omni gaudio;
tenet noctis infima
sub intimo
cordis in custodia:
fit res amarissima.
carmina burana, amor volat undique
Uma espiral de violência doentia que só faz sentido quando a mente passou pela corrupção da percepção perversa dum mundo próprio, amoral, onde as regras contradizem a sociedade. Um filme que anda na corda bamba da morte, da negação da vida para o próprio, no egoísmo do sofrimento que serve de desculpa para a vida nesse estado catatónico, de onde se vislumbra os outros pela dor.
É um filme negro, sentido, de personagens vazias, desistentes. Não há esperança, não há sentido. Só resta a dor e a esperança da morte covarde, e por isso não auto-infligida mas provocada. O ser humano reduz-se ao mais primordial vazio, a uma onda que arrasta quem rodeia para um vácuo moral, onde impera a incapacidade de sentir, a incapacidade de amar ou odiar.
O meu post com praia e biquini chamou o raio do frio outra vez. A neve já vai derretida mas as temperaturas vão voltar a ser negativas. E hoje está um frio do raio ajudado por um vento bem aborrecido. Para animar, cá vai:
Candidatura ibérica: «Os espanhóis são o motor e nós o resto» – Madail
As analogias são primorosas, as reflexões profundas e o discurso elaborado… Afinal, estamos a falar de futebol… Outra coisa não seria de esperar.
Relembro que esta figura foi deputado da nação e sinto-me nauseado.
Os espanhóis são o motor… e nós os assentos… Madail será o tapete… Quiçá…
Um homem que mais parece ter mil braços (leia-se tentáculos), que sempre conseguiu manter-se impoluto nesta pocilga que é a política. Para ele todo o meu respeito, estima pessoal e consideração.
P.S.: Basta o cartão rosa ou é preciso algo mais para participar nos lucros? Espero informações. Agradecido.
São estas as pequenas diferenças para um presidente socialista, candidato a tiranete de segunda classe, que governa a Venezuela.